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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A lei dos Opostos

Os princípios herméticos, diferentes das leis bíblicas, nos leva ao âmago das questões. Mais ou menos como ensinava Jesus quando disse que todos os 10 mandamentos resumiam-se em 2: amar a Deus sobre tudo e ao próximo como a nós mesmos.
A lei da polaridade, uma das 7 leis antigas, nos avisa que tudo tem o seu oposto. Sendo idênticos em natureza diferem em grau. O calor e o frio, por exemplo, são dois pólos separados por vários graus. Se está quente e fazemos baixar um pouco a temperatura ela continuará quente, mas não tanto. Continuando a baixá-la chegará um ponto em que ficará frio. E se o processo persistir vai virar uma geladeira.
A Cabala ensina: olhai para dentro de vós e vede onde termina a Luz e começa a Treva. O bem e o Mal não são absolutos. Não existe um abismo intransponível entre eles. A pessoa que busca ser a imagem de Deus vai evitar os extremos. Se o avassalador sentimento de ódio por uma pessoa encher nosso coração podemos ir diminuindo o grau desta emoção como se abaixássemos um rádio. Se continuarmos nesse esforço deixaremos o estado odioso e chegaremos ao domínio da afeição.
Esta transmutação só acontece entre pólos de uma mesma natureza. O covarde, com empenho consciente pode chegar a enfrentar situações que exigem coragem.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Fim de ano é ótimo.

Só em sair de casa e das mesmices e compromissos já nos sentimos renovados. Ainda mais se ficamos horas em frente ao mar batido de Itaúna, Saquarema. Entre um mergulho nas ondas, um almoço no varandão comendo um peixe chegado do mar à poucas horas e a saída de bicicleta para fazer compras aqui perto, é uma delícia ficar lendo com pernas pra cima na frente do marzão. Mesmo um assunto que parece difícil, os sete princípios herméticos.
A primeira lei da verdade é a mental. Tudo o que existe foi primeiro idealizado pela mente infinita de Deus. Segundo os estudos antigos O Criador é o Todo, é infinito, o que significa que não é restrito por limites. Não há nada fora dEle, pois não existe coisa alguma fora do Todo. Bem escreveu o presidente da igreja em Jerusalém na década seguinte a morte de Jesus (Tiago 1.17): "O Pai das luzes, em quem não há mudança". Mas na criação tudo está mudando sempre: “tudo o que existe nasce dEle por transformação”. Uma pedra de mármore de Carrara ou um beija flor, tudo já está contido no Todo. Assim o que vemos hoje ainda não é definitivo, porém é bem possível que para a raça humana exista um objetivo alcançável, um auge, um limite. O que não será o fim do Todo.
Difícil? E esta é só a primeira das “sete leis antigas”.